Das 2.230 TEU-Containerschiff Aliança Ipanema wird im Cabotage-Dienst der Aliança zwischen brasilianischen Häfen eingesetzt. Dieser Dienst darf nur von brasilianischen Reedereien und Schiffen unter brasilianischer Flagge abgewickelt werden darf. The 2,230 TEU container ship Aliança Ipanema is deployed in Aliança’s cabotage service between Brazilian ports. This service may only be operated by Brazilian shipping companies and vessels under the Brazilian flag.

A Organização Marítima Internacional (IMO) adotou, nesta sexta-feira, 13, em Londres, uma estratégia inicial para reduzir as emissões de gás carbônico da navegação internacional em pelo menos 50% até 2050, em relação aos níveis de 2008.

É o primeiro acordo que visa a controlar a poluição climática do setor que, sozinho, responde por cerca de 2% das emissões globais de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento do planeta. Se fosse um país, a navegação seria o sexto maior emissor. Isso significa que o setor, já nos próximos anos, de começar a desenvolver maneiras de funcionar com combustíveis renováveis e buscar novas tecnologias.

Tanto o setor quanto a aviação internacional ficaram de fora do Acordo de Paris, estabelecido em 2015 e que define os esforços dos países para conter o aquecimento global a menos de 2°C até o final do século, com tentativas de ficar em 1,5°C. Mas sem os dois setores é impossível fechar a conta.

O novo acordo, fechado após duas semanas de reuniões dos 170 países-membros da IMO em Londres, define também metas de redução da intensidade de carbono, ou seja, quanto é emitido pelos navios em relação à distância percorrida com carga útil. A proposta, que foi defendida pelo Brasil, é reduzir as emissões por carga útil transportada em 40% até 2030, almejando 70% até 2050, em relação a 2008.

O País – assim como a Argentina, mas também os Estados Unidos e a Arábia Saudita – se posicionou o tempo todo contrário à meta de redução absoluta de 50% por entender que poderia levar a aumentos no custo do frete marítimo. De acordo com o Itamaraty, que liderou a delegação brasileira, a meta poderia trazer “impactos negativos desproporcionais sobre países em desenvolvimento e geograficamente distantes dos seus mercados”.

O posicionamento, porém, acabou vencido em plenária. E foi um meio termo considerado possível, já que os países-ilha do Pacífico e a União Europeia defendiam que a meta global de redução já fosse de 70% a 100% até 2050. Havia uma expectativa de que fosse anunciado no evento um plano para zerar a dependência por petróleo até o começo do século, o que não ocorreu.

Organizações da sociedade civil que acompanham as discussões também defendiam uma meta mais ambiciosa de descarbonização total até meados do século, mas avaliaram que é um passo – um primeiro passo – importante para que o Acordo de Paris possa ser cumprido.

“A decisão de hoje manda um forte sinal para a indústria da navegação e para os fornecedores de combustíveis de que eles precisam ampliar os investimentos em novas tecnologias e colocá-las no mercado, incluindo combustíveis alternativos e novos sistemas de propulsão”, afirmou Mark Lutes, conselheiro sênior de política climática global do WWF, em comunicado à imprensa.

Estadão Conteúdo

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