A chuva diminuiu em Florianópolis mas deixou um rastro de destruição. De acordo com a Defesa Civil, 1,3 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas. Estão abrigadas junto com amigos e parentes ou em prédios públicos improvisados para recebê-las, como a Escola Donícia Maria da Costa, no bairro Saco Grande, e a Passarela Nego Quirido, no Centro.

A forte chuva afetou o litoral catarinense desde segunda-feira, 8, até quinta-feira, 11. Neste período, choveu na capital catarinense 400 mm, o equivalente a dois meses de chuva no Estado. O governador Raimundo Colombo (PSD) autorizou a liberação de R$ 3 milhões após o prefeito Gean Loureiro (MDB) decretar situação de emergência.

A Defesa Civil organizou uma força-tarefa entre poder público municipal, estadual, Corpo de Bombeiros e Assistência Social para que a cidade possa voltar a sua rotina o mais breve possível. Pelas estatísticas, há 30 residências interditadas por risco de desabamentos, quatro pontes destruídas, danos em diversas vias públicas e rodovias. Além de incontáveis prejuízos a bens particulares, como carros, eletrodomésticos e mobílias. Há quatro postos de doação espalhados na cidade.

Os outros municípios que registraram ocorrência são Lauro Muller, Imbituba, Braço do Norte, São José, São João Batista, Biguaçu, São Francisco do Sul, Penha, Itapema, Balneário Camboriú, Itajaí, Bombinhas, Navegantes, Taió, Camboriú, Porto Belo, Governador Celso Ramos, Tijucas, Palhoça e Canoinhas.

Duas pessoas morreram no Estado e outras duas continuam desaparecidas.

Estadão Conteúdo

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