Por Joelma Sanmelo_AscomUEA

A exposição é realizada seguindo critérios didáticos a respeito da divisão anatômica do corpo humano, onde são abordados vários sistemas.

A VIII Feira de Anatomia Humana da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) deve receber mais de 4 mil visitantes durante os três dias de programação. Durante a Feira, que teve início nesta segunda-feira (9), o participante pode conhecer peças naturais de todos os órgãos do corpo humano.

A programação segue até quarta-feira (11), das 9h às 20h, na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA) da UEA, localizada na Avenida Carvalho Leal, 1777, Cachoeirinha. Com o tema “Anatomia voltada para Clínica”, o evento é organizado por mais de cem acadêmicos e professores dos cursos de Medicina, Enfermagem e Odontologia. Os ingressos são vendidos durante o evento ao preço de R$ 10 (inteira), e R$ 5 (meia).

O objetivo é promover o conhecimento em anatomia para a população, incentivar o estudo aos futuros interessados em ingressar nos cursos da saúde, além de estreitar relações entre comunidade acadêmica e a sociedade. “É uma experiência boa para os alunos, porque eles se sentem no papel de professores, transmitindo essa informação e as pessoas trazem muita curiosidade. É uma troca importante e bem significativa onde todos aprendem”, disse o professor de Anatomia da UEA e coordenador da feira, Helder Pimenta.

Ampliando o conhecimento – Segunda a estudante de Enfermagem da UEA, Yone Rocha, a participação na Feira é uma experiência gratificante porque eles têm a oportunidade de expandir o conhecimento sobre anatomia, que é a porta de entrada para todos os cursos da área de saúde. “Eu acho muito importante essa interação com o público. Como sou da área da Enfermagem e vou lidar diretamente com os pacientes, a feira é uma forma didática de nós colocarmos em prática o conhecimento adquirido dentro da sala de aula”, destacou Yone.

Laboratório ao ar livre – O professor de Ciências do Instituto de Educação do Amazonas (IEA), Madson Rodrigues, parabenizou a iniciativa da UEA de proporcionar o acesso aos laboratórios. “É importante trazer os alunos, principalmente para mostrar um pouco da realidade que até então eles só poderiam conhecer nos livros. Além disso, eles terão a oportunidade de decidir qual carreira seguir”, destacou Rodrigues.

Com um bloco nas mãos e diversas anotações, Alice Pereira, 13, aluna do 8º ano do IEA, entrava em cada sala dos Laboratórios de Anatomia e registrava cada explicação dos alunos. “Eu nunca tinha visto peças naturais do corpo humano tão de perto. Na hora, o cheiro – do formol – incomoda, mas nós ficamos tão surpresos que acabamos não ligando muito para isso. Eu achei sensacional, mas percebi que não é essa área que irei seguir”, disse a estudante.

(Visited 1 times, 1 visits today)

Comente esta matéria

Please enter your comment!
Informe seu nome aqui