Por Silvio da Costa Bringel Batista

Na “ética” do mundo encontramos o desregramento moral, corrupção avassaladora em escalões da sociedade, deterioração da família, falta de discernimento entre o bem e mal, o certo e errado. A palavra “ética” tem o seguinte conceito: estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto. Já a palavra “comportamento” significa: maneira de se comportar, procedimento, conduta, conjunto de atitudes e reações do indivíduo em face do meio social. Diante deste conceito o tema proposto significa: um conjunto de atitudes ou maneiras de proceder no cotidiano da vida, que primam por cumprir valores e princípios cristãos de respeito e considerações ao semelhante e glorificação a Deus.

A sociedade tem um conceito alicerçado no “relativismo ético”, pois o ceticismo salientou o caráter relativado do bem e do mal. Tal situação tem procurado destruir a ética de qualquer caráter normativo. O “cepticismo” de céptico + ismo: Filos. Atitude ou doutrina segundo a qual o homem não pode chegar a qualquer conhecimento indubitável quer nos domínios das verdades de ordem geral, quer no de algum determinado domínio do conhecimento. [cf. dogmatismo (1).] Era na antigüidade a designação das doutrinas dos filósofos gregos. É o estado de quem duvida de tudo; descrença: “essa incredulidade, esse cepticismo apaga a fé” (Joaquim Manuel de Macedo in Os Romances da Semana, p. 251).

Pequenos furtos, atraso no pagamento de funcionários, tirar proveito dos menos favorecidos, estacionar o carro em local proibido, chegar atrasado no trabalho e propaganda enganosa são exemplos do ante-ético. Porém, a bíblia nos recomenda o uso da sabedoria dizendo ainda: “…. Portando, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei com mansidão a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar as vossas almas.” (Tiago 1:5, 19-21).

O descontrole das emoções é o principal responsável pela quebra de valores ético do cristão. As agressões verbais; xingamentos; palavras duras; agressões físicas; exacerbações sensuais; e práticas comprometedoras, bem como da própria “aparência do mal” (1 Tess 5:22). Por isso o cristão deve ser: sóbrio; moderado; temperante; ter domínio próprio, conforme Paulo fala aos Gálatas 5:22-23.

Diante disto devemos nos despertar para a necessidade de frutificarmos na consciência de cidadania, pois um pouco de amor é o único freio capaz de dominar a língua e, a caminhada cristã, deve contrastar com o mundo e não mescla-se com ele. Por fim, saibamos que nós iremos odiar o pecado na mesma proporção em que amarmos a Deus.

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