Na verdade eu lamento que para forçar as elites brasileiras a respeitarem a educação seja necessário a ideia de uma medida drástica como esta. Mas na atual conjuntura seria bom. Talvez assim os professores tivessem mais respeito, mais dignidade, condições de trabalhar com segurança e em salas que poderiam se modernizar e ganhar mais conforto.

No Brasil os gestores da educação criticam os professores. Dizem que suas aulas não são atraentes, mas pagam em média por 40 horas de trabalho semanais salários ridículos que forçam o professos a se desdobrar lecionando em várias escolas. Nenhuma escola para o decente para o professor montar aulas extra classe. As escolas não colocam carteiras confortaveis, ar condicionado, quadros virtuais e consequentemente as aulas não ficam como desejam. O cansaço físico, além do castigo de ter que fazer provas e mais provas e depois corrigi-las sem receber nada (que lhe roubam temdo de diversão e com a familia aumentando os casos de estresse) tornam o quadro mais grave. No RJ governo faz propaganda educacional dizendo que deu computador pra professor. Isso é triste!

O capital privado também não é a solução. Empresas e bancos quando se metem em educação querem adequar curriculo para que o aluno seja formado pra ser mal remunerado em estabelecimentos privados. Tudo isso é mascarado pelo velho mito do poder do ensino técnico. Desculpe a Veja e seus leitores neoliberais, insensiveis e insanos. Mas esta é a verdade. Será que os diretores da Veja deixam seus filhinhos em cursinhos técnicos pra formar mão-de-obra barata? Se apoiam tanto esta ideia neoliberal porque não deixam? É que nem sociologo que diz que o movimento funk carioca é simbolo cultural mas não deixam a filhinha ir sem calcinha para se encontrar com o “prostituto” sem calcinha pra curtir o creu ao som de tiros e batidões.

Por que não deixa? Não é simbolo cultural?

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